Como estimular a educação financeira do seu filho

Saber administrar o próprio dinheiro parece algo difícil para muitas pessoas. Com as possibilidades variadas de pagamento, é muito fácil gastar mais do que suporta pagar. Não é à toa que os números da inadimplência estouravam até mesmo antes da crise. Poupar também é um hábito que poucos conhecem. Resumindo: a falta de educação financeira pode se tornar um problema grave no futuro, por isso é preciso se educar.

Os pequenos também podem aprender esse valor e foi pensando nisso que a Escola das Américas trouxe dicas que estimulam a introdução da criança e do adolescente à educação financeira. Assim, seu filho aprende a consumir com consciência, poupar e até investir.

* Recomenda-se que seja feito com crianças maiores de 7 anos.

  • Invista em mesada. Se não for possível, você pode disponibilizar uma certa quantia de dinheiro para a criança tentar administrar com o que precisa. Ensine a criança que ela terá este dinheiro para conseguir o que deseja, e que deverá economizar caso o valor do desejo seja maior que a mesada.
  • Planejamento na ponta do lápis (ou do aplicativo). Mostre como é possível controlar as finanças anotando o que se gasta.
  • Proponha um desafio de economia. Seu filho quer algum objeto? Proponha como desafio que ele compre economizando o próprio dinheiro. Assim ele descobrirá que pode levar um tempo para conseguir o que quer e ficará contente com o esforço.
  • Estabeleça e deixe bem claro os limites para as compras de acordo com a realidade financeira da família.  Não compre algo que não pode pagar por birra ou cara feia.
  • Estimule o consumo com moderação. Apagar a luz que não está sendo utilizada pode ser o dinheirinho no bolso amanhã, além de economizar recursos naturais. O celular em bom estado não precisa ser trocado por outro, e assim vai...
  • Estimule a leitura com materiais que abordam o assunto. O exemplo abaixo é uma criação do Mauricio de Sousa. O novo personagem se chama Marcelinho e foi inspirado no filho caçula, que, segundo ele, já nasceu politicamente correto e econômico.